A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, voltou a falar nesta quinta-feira, dia 2, sobre concursos federais. De acordo com ela, novas autorizações devem ser concedidas este ano.
Em entrevista ao programa "Bom dia, ministra", do Canal Gov, Dweck afirmou que os avais devem ser pontuais e para áreas específicas.
"A gente deve ter alguns concursos autorizados este ano, mas poucos", afirmou.
Ainda de acordo com a ministra, na próxima semana, será realizada uma reunião com a Presidência e com a Casa Civil para definir quais áreas e vagas serão contempladas nos novos concursos federais.
"Semana que vem, faremos um balanço e vou levar à Casa Civil e à Presidência para bater o martelo e aí anunciar novas autorizações de concursos e também a chamada de excedentes", anunciou a ministra Esther Dweck.
Segundo ela, o Governo Federal também irá autorizar chamadas de excedentes nas duas primeiras edições do Concurso Nacional Unificado (CNU) e também de outros concursos válidos, como o da Polícia Federal.

Ministra Esther Dweck confirma novas autorizações de concursos federais em 2026
(Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)
As convocações serão feitas ao longo do primeiro e do segundo semestre. Mesmo em ano eleitoral, a legislação permite que o governo faça a chamada e a nomeação de concursos homologados até três meses antes do primeiro turno das eleições.
Esther Dweck informou que a expectativa é que, este ano, haja a entrada de quase 7 mil pessoas no serviço público federal, por meio das chamadas de aprovados nos concursos já realizados.
Para a segunda edição do CNU, a previsão é que as nomeações comecem no mês de maio.
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Lei cria 24 mil vagas para concursos federais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no último dia 31 de março, a Lei nº 15.367, de 30 de março de 2026 que autoriza a abertura de, aproximadamente, 24 mil vagas no Poder Executivo Federal.
Os novos cargos estão distribuídos entre diferentes áreas, como:
- 200 cargos de especialista em regulação e vigilância sanitária e 25 de técnico para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);
- 3.800 cargos de professor do magistério superior e 2.200 de analista em educação para universidades federais;
- 9.587 cargos de professor da educação básica, técnica e tecnológica;
- 4.286 cargos de técnico em educação;
- 2.490 cargos de analista em educação para a Rede Federal de Ensino;
- 750 cargos de analista técnico de desenvolvimento socioeconômico;
- 750 cargos de analista técnico de Justiça e Defesa no Ministério da Gestão e da Inovação (MGI).
A maior parte das vagas está concentrada na área da Educação, reforçando a expansão das instituições federais e a recomposição de quadros.
Apesar da sanção da lei, a criação dos cargos não significa a publicação imediata de editais.
A abertura de concursos depende ainda de fatores como:
- autorização do governo federal;
- disponibilidade orçamentária; e
- planejamento de cada órgão.
Porém, a medida é considerada um passo essencial para viabilizar novos concursos e ampliar o número de nomeações nos próximos anos.
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Governo convoca mais 1.860 aprovados no CNU 2024
No final de março, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos anunciou a convocação de 1.860 candidatos para vagas remanescentes da primeira edição do CNU, aberta em 2024.
Segundo o MGI, as vagas representam cerca de 21% do total ofertado no Concurso Unificado, considerando tanto as oportunidades previstas inicialmente quanto aquelas autorizadas posteriormente que não foram preenchidas.
A chamada abrange 131 cargos diferentes, distribuídos entre áreas estratégicas da Administração Pública Federal.
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O prazo de validade do concurso foi prorrogado, permitindo novas convocações ao longo de 2026 e 2027.





















