O concurso Penal RS conta com banca organizadora definida. A Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências (Fundatec) é a escolhida para ficar à frente da seleção com 213 vagas.
O nome da banca foi confirmado na quarta-feira, 4, por meio de publicação no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP).
Como banca organizadora, a Fundatec será a responsável por receber as inscrições do concurso e aplicar as provas aos candidatos.
Já existe autorização do governo para a contratação da banca. Desta forma, o próximo passo será a assinatura do contrato entre as partes. Em seguida, a Fundatec poderá definir o cronograma do concurso e publicar o edital.
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Polícia Penal RS escolhe a Fundatec como banca do novo concurso
(Foto: Rafa Marin/Ascom Polícia Penal)
A estimativa é que esses trâmites burocráticos não demorem. Isso porque o secretário de Sistema Penal e Socioeducativo do RS, Jorge Pozzobom, informou, em meados de fevereiro, que o edital seria divulgado em um prazo de 30 a 45 dias.
Assim, a expectativa é que o concurso possa ser aberto ainda neste mês de março.
“Temos uma previsão entre 30 e 45 dias, no máximo. Eu quero antes. Estou falando desse prazo, mas a intenção é publicar o edital o quanto antes, porque já está tudo pronto. É uma previsão, que depende da velocidade com que os trâmites avançam”, explicou o secretário.
Com essa previsão de edital, as provas escritas devem ser realizadas em maio. As datas oficiais, no entanto, ainda não foram divulgadas.
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Confira os cargos e requisitos do concurso Penal RS
A oferta do concurso será de 213 vagas para ingresso na Polícia Penal do Rio Grande do Sul.
As oportunidades serão distribuídas por três cargos:
- policial penal: 84 vagas;
- técnico administrativo da Polícia Penal: 8 vagas; e
- analista da Polícia Penal: 121 vagas.
Também será formado um cadastro de reserva, com projeção de convocações durante o prazo de validade do concurso.
O cargo de técnico administrativo da Polícia Penal (antigo agente penitenciário administrativo) terá como requisito o ensino médio completo.
Já o policial penal (antigo agente penitenciário) e o analista da Polícia Penal (antigo técnico superior penitenciário) exigirão o nível superior. Os salários atuais não foram informados.
Os cargos mudaram a nomenclatura a partir da regulamentação da Polícia Penal do Rio Grande do Sul.
O concurso será composto por diversas etapas, incluindo provas de conhecimento e de capacidade física, avaliação psicológica e investigação da vida pregressa.
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Secretário prevê alto número de convocações no RS
Apesar do baixo número de vagas imediatas, o secretário de Sistema Penal e Socioeducativo do RS, Jorge Pozzobom, destacou que está previsto um alto número de convocações ao longo das etapas do concurso.
De acordo com ele, o ponto de corte da prova objetiva já está definido e permitirá a chamada de milhares de candidatos para as fases seguintes, como o Teste de Aptidão Física (TAF).
A previsão é chamar:
- 4 mil candidatos para o cargo de policial penal;
- 500 candidatos para o cargo de APA; e
- 1.200 candidatos para o cargo de TSP.
Esses candidatos avançarão para o TAF e demais etapas do concurso, o que reforça a expectativa de convocações em larga escala, mesmo com poucas vagas imediatas previstas no edital.
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Com a escolha da Fundatec, é preciso conhecer agora o perfil dessa banca. Confira!
Saiba como foi o último concurso da Polícia Penal RS
O último concurso para a Polícia Penal RS, então vinculada à Superintendência de Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul (Susepe), é recente.
O edital foi publicado em 2022 e trouxe uma oferta de 80 vagas imediatas para cargos de níveis médio e superior.
No nível médio, as chances foram para o cargo de agente penitenciário administrativo, com remuneração inicial de R$4.500, à época.
Já para o nível superior, as vagas foram para os cargos de agente penitenciário e técnico superior penitenciário, com salários de R$5.500 e R$8.500, respectivamente.
O último concurso Penal RS também foi organizado pela banca Fundatec. Os candidatos foram avaliados por provas objetivas, discursivas e psicológicas. Além de teste físico para os agentes penitenciários (atuais policiais penais).
A prova objetiva cobrou 80 questões para os agentes e 70 para os técnicos, contendo disciplinas de Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico (apenas os agentes), Informática, Legislação Aplicada/Direito e Conhecimentos Gerais.
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