O Tribunal de Justiça de Pernambuco homologou na segunda-feira, dia 13, o resultado final do concurso TJ PE para os cargos de oficial de justiça, técnico e analista judiciário.
Com a homologação do concurso, passa a valer o prazo de validade de dois anos.
Desta forma, a seleção ficará válida até julho de 2028, com possibilidade ainda de prorrogação por mais dois anos, a depender da Administração do tribunal.
Enquanto o concurso estiver válido, o TJ de Pernambuco poderá convocar os aprovados de acordo com a necessidade de novos servidores.

As pessoas nomeadas serão lotadas nos polos Recife, Região Metropolitana I, Região Metropolitana II, Mata Norte/Agreste, Mata Sul/Agreste, Agreste/Sertão ou Sertão.
O concurso foi organizado pelo Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). Veja a classificação dos candidatos aqui!
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Concurso TJ PE oferece iniciais de até R$7 mil
O concurso para o Tribunal de Justiça de Pernambuco é destinado à formação de cadastro de reserva, para os cargos de técnico judiciário, analista judiciário e oficial de justiça.
Com isso, o edital não trouxe a oferta de vagas imediatas. O órgão formará um banco de aprovados para convocação, durante todo o prazo de validade do concurso.
O cargo de técnico da área Judiciária exige o nível médio completo, já o da área de programador de computador requer o nível médio/técnico em Informática ou em Informática para a Internet.
Os cargos de analista da área Judiciária e oficial de justiça requerem o nível superior em Direito.
Especificamente o analista de sistemas cobra o nível superior na área de Informática ou em Engenharia, Física ou Mecânica, desde que acrescida da pós-graduação na área de Informática (carga horária mínima de 360 horas-aula).
O salário do aprovado será de R$5.858,86 para técnico judiciário e de R$7.634,45 para analista e oficial de justiça, para uma jornada de trabalho de 30 horas.
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Após indícios de fraude, provas de técnico foram reaplicadas
No mês de abril, as provas objetiva e discursiva do concurso foram reaplicadas somente para o cargo de técnico judiciário.
A decisão foi tomada pelo tribunal após investigações da Polícia Federal (PF) identificarem indícios de fraude, durante a primeira aplicação das provas para técnico, em setembro de 2025.
As avaliações tiveram 60 questões de múltipla escolha sobre Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico e Conhecimentos Específicos. Na parte discursiva, foi cobrada uma questão sobre Conhecimentos Específicos.
As provas para os cargos de analista judiciário e oficial de justiça, realizadas em 28 de setembro, permaneceram válidas, uma vez que não foram identificados indícios de irregularidades.









