Concurso Unificado: órgãos assinam adesão até esta quarta, 11

Ministério da Gestão e Inovação revelou que os órgãos que manifestaram interesse no Concurso Unificado deverão assinar o termo de adesão esta semana.

Concursos Previstos
Autor:Mateus Carvalho
Publicado em:10/10/2023 às 08:40
Atualizado em:10/10/2023 às 09:41

Os órgãos que manifestaram interesse no Concurso Nacional Unificado deverão assinar o termo de adesão e enviá-lo ao Ministério da Gestão e Inovação (MGI) até esta quarta-feira, 11.


Em ofício encaminhado a todos os confirmados no CNU, a secretária-executiva, Cristina Kiomi, relembra que foi publicado o regulamento do Concurso Unificado e nele consta o termo de adesão em anexo. Segundo ela, a sua assinatura é obrigatória.


O MGI informou a todos os órgãos que, mesmo os que já informaram por ofício o seu interesse em participar, devem assinar o termo de adesão para oficializar.


Além disso, até esta quarta, 11, todos devem indicar um membro representante e um suplente para o “Comitê Consultivo e Deliberativo”. As indicações permitirão ao MGI criar a comissão organizadora do Concurso Unificado. 


Veja trecho do ofício enviado aos órgãos:


(Foto: Reprodução)


Concurso Unificado tem mais de 6 mil vagas confirmadas

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, confirmou que mais de 6,5 mil vagas já estão confirmadas no Concurso Nacional Unificado.


Em coletiva no dia 29 de setembro, ela confirmou que os seguintes órgãos estarão na 1ª edição do CNU:

  • IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística): 895 vagas;
  • Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas): 502 vagas;
  • Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária): 742 vagas;
  • Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária): 520 vagas;
  • MTE (Ministério do Trabalho e Emprego): 900 vagas;
  • Ministério da Saúde: 220 vagas;
  • AGU (Advocacia Geral da União): 400 vagas;
  • Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar): 40 vagas;
  • Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica): 40 vagas;
  • Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários): 30 vagas;
  • ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar): 35 vagas;
  • MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços): 110 vagas;
  • MCTI em partes (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação): 296 vagas;
  • MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública): 130 vagas;
  • MinC (Ministério da Cultura): 50 vagas;
  • MEC (Ministério da Educação): 70 vagas para ATPS;
  • MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania): 40 vagas;
  • MPI (Ministério dos Povos Indígenas): 30 vagas;
  • MPO (Ministério do Planejamento e Orçamento): 60 vagas;
  • MGI (Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos) e as carreiras transversais: 1.480 vagas.

Na última segunda-feira, 9, a reportagem da Folha Dirigida por Qconcursos apurou, com exclusividade, que o Inep também estará no Concurso Nacional Unificado, segundo fontes internas do governo.


A única dúvida é a participação da Defensoria Pública da União, com vagas para carreiras Administrativas. A DPU manifestou interesse, mas ainda não deu certeza sobre a sua adesão.

Concurso Unificado terá banca até novembro

O regulamento do Concurso Nacional Unificado foi publicado na última semana e oficializa a proposta de cronograma do governo.


A novidade é o prazo para contratação da banca organizadora, que será definida até novembro.


As principais datas do cronograma são as seguintes:

  • instituir comissão do concurso: até 30 de outubro;
  • contratação da banca organizadora do concurso: até 22 de novembro.

A contratação da banca será de responsabilidade do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI).


Caso atinja um milhão de inscritos, o concurso será custeado unicamente pelo MGI. Entre um milhão e 2.500.000 inscritos, os órgãos e entidades que aderiram ao concurso unificado deverão descentralizar os créditos orçamentários e repassar os recursos financeiros correspondentes ao MGI.


A partir de 2.500.000, os valores excedentes poderão ser custeados parcial ou integralmente pelo MGI. A banca organizadora contratada ficará responsável pela aplicação das provas do concurso.


Anteriormente, o MGI já havia anunciado as seguintes datas do Concurso Unificado:

  • edital: 20 de dezembro de 2023;
  • provas: até março de 2024;
  • resultado final da etapa unificada: até maio de 2024;
  • cursos de formação, quando cabível: até julho de 2024;
  • posse dos novos servidores: até agosto de 2024.

Concurso Nacional Unificado terá vagas para cargos de níveis médio e superior, com salários que chegam a R$23.579,71 (no caso de auditor-fiscal do trabalho). 


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MGI intima órgãos do Concurso Nacional Unificado a assinar termo de adesão até esta semana

(Foto: Governo Federal)


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Veja como serão distribuídas as vagas do CNU

O MGI divulgou que a proposta do Concurso Nacional Unificado, também chamado de “Enem dos Concursos”, é que as vagas sejam distribuídas em oito blocos temáticos, são eles:

  • Administração e Finanças Públicas;
  • Setores Econômico, Infraestrutura e Regulação;
  • Agricultura, Meio Ambiente e Desenvolvimento Agrário;
  • Educação Ciência, Tecnologia e Inovação;
  • Políticas Sociais; Justiça e Saúde;
  • Trabalho e Previdência;
  • Dados, Tecnologia e Informação Pública; e
  • Nível intermediário.

As inscrições do CNU serão feitas no site da banca organizadora a ser contratada. A instituição também ficará responsável pela aplicação das provas. 


O MGI informou que ao realizar a inscrição, primeiro, o candidato deverá escolher entre um dos blocos temáticos. Em seguida, deverá indicar seu cargo/carreira por ordem de preferência entre as vagas disponíveis no bloco de sua escolha.


Provas do concurso unificado; veja detalhes

O Governo Federal já estabeleceu que o Concurso Nacional Unificado será realizado em duas etapas.


Primeiro, serão aplicadas as provas objetivas de matriz curricular comum a todos os candidatos; provas objetivas específicas; e provas dissertativas por bloco temático.


A realização das provas objetivas e discursivas será em um único turno, com quatro horas e meia de duração.


Após a primeira fase, as próximas etapas serão a critério dos órgãos ou por determinação legal, podendo ser:

  • titulação acadêmica;
  • experiência profissional;
  • apresentação de memoriais; e
  • provas práticas e entre outras fases.  

Quanto à realização de entrevistas e curso de formação, o secretário José Celso Cardoso esclareceu que dependerá da previsão legal específica.


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