Como e onde crimes cibernéticos podem ser cobrados em concursos?

Professor fala sobre a exigência cada vez maior de conhecimentos sobre crimes cibernéticos em provas de concursos públicos.

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Publicado em:18/04/2026 às 10:00
Atualizado em:17/04/2026 às 17:34

A abordagem de crimes cibernéticos em concursos públicos tem sido cada vez mais comum. E não, não se trata apenas de carreiras policiais. E não, não se trata apenas de Informática.


Hoje em dia, a abordagem de tópicos como segurança da informação, inteligência artificial utilizada para fraudes, fake news, automação e golpes, criptoativos e fraudes vinculadas a benefícios digitais tem caído cada vez mais em provas.


Evidentemente, aparece em Informática, na abordagem de crimes cibernéticos e segurança da informação, mas também, por exemplo, em carreiras bancárias, tanto em conhecimentos bancários, no que tange às resoluções contra crimes cibernéticos do Conselho Monetário Nacional, quanto em atualidades do mercado financeiro, abordando ferramentas de segurança por parte da administração pública para evitar fraudes.


Além disso, também aparece em disciplinas de administração, em carreiras de tribunais, fiscais e administrativas, nas quais são cobrados procedimentos necessários para que os servidores públicos mitiguem a possibilidade de fraudes e invasões cibernéticas.


Trata-se, portanto, de um tema recorrente em concursos públicos.


Em provas discursivas e redações, o tema também é bastante explorado, mas, nesse caso, há duas vertentes.


A primeira envolve as políticas públicas governamentais de combate às fake news, de limitação de movimentações bancárias e de proteção às transações financeiras no ambiente cibernético.


A segunda diz respeito aos hábitos e procedimentos, especialmente neste contexto de trabalho híbrido e home office, inclusive no serviço público, além do crescimento do comércio digital por meio de marketplaces, abordando posturas que previnam esse tipo de ataque.


Essa abordagem é majoritária em concursos fiscais, de controle e, inclusive, policiais.


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Para estudar esse tema e se manter sempre atualizado, o ideal é buscar referências oficiais e governamentais.


Uma dessas referências é o site do Banco Central do Brasil, que, em sua aba de notícias, traz informações sobre políticas do PIX, regras de movimentações bancárias, cartões de crédito e débito virtuais, entre outras ações de combate a crimes cibernéticos, frequentemente abordadas em provas, seja em segurança da informação, conhecimentos bancários ou atualidades do mercado financeiro.


Além disso, é importantíssimo acessar recorrentemente, não apenas para concursos, mas também para a nossa segurança no dia a dia, o site da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência), que apresenta diversas orientações para cidadãos, empresas e governo eletrônico sobre procedimentos de segurança.


Por fim, também é relevante acompanhar a Agência de Notícias do IBGE, que traz informações sobre economia e sociedade, além de dados relacionados à segurança cibernética.


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Esses sites de referência, somados às informações do cotidiano sobre crimes digitais, complementam o estudo tradicional de informática voltado à segurança da informação. Dessa forma, é possível manter-se atualizado sobre o tema.


Abraços, bons estudos, estamos com vocês até a aprovação.


Professor Luiz Rezende, especialista em concursos públicos

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