Novos concursos federais e excedentes ainda estão em definição

Aval para novos concursos federais e excedentes ainda está em definição no Ministério da Gestão e da Inovação. Entenda!

Concursos Administrativos (Especial)
Autor:Bruna Somma
Publicado em:22/04/2026 às 17:16
Atualizado em:24/04/2026 às 08:39

O Governo Federal ainda trabalha na definição das áreas e órgãos que serão contemplados com novas autorizações para concursos federais e chamamento de excedentes ainda em 2026.


A partir do Orçamento deste ano, o governo deve decidir sobre quais áreas serão prioritárias para a reposição de pessoal.


Segundo fontes do Qconcursos Folha Dirigida, uma reunião entre a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, com a Presidência da República e com a Casa Civil, será realizada nos próximos dias.


A ministra, no momento, cumpre agenda na China e deve retornar na última semana de abril.


Dweck chegou a informar que a reunião para decidir sobre os concursos federais ocorreria no início de abril. Porém, por conta da agenda das autoridades, o encontro ainda não foi realizado.

"Faremos um balanço e vou levar à Casa Civil e à Presidência para bater o martelo e aí anunciar novas autorizações de concursos e também a chamada de excedentes", disse a ministra, em entrevista ao programa "Bom dia, ministra", do Canal Gov.

De acordo com ela, o governo irá autorizar chamadas de excedentes nas duas primeiras edições do Concurso Nacional Unificado (CNU) e também de outros concursos válidos, como o da Polícia Federal.

Órgãos que serão contemplados com novos concursos federais seguem em definição

(Foto: Semob DF)


As chamadas serão feitas ao longo do primeiro e do segundo semestre. Mesmo em ano eleitoral, a legislação permite que o governo faça a convocação e a nomeação de concursos homologados até três meses antes do primeiro turno das eleições.


Esther Dweck informou que a expectativa é que, este ano, haja a entrada de quase 7 mil pessoas no serviço público federal, por meio das chamadas de aprovados nos concursos já realizados.


A aprovação não é sorte. É método. Clique e comece agora!

Governo autoriza nomeação de 3 mil aprovados no CNU 2025

Nesta quarta-feira, dia 22 de abril, o Governo Federal autorizou a nomeação de 3.147 aprovados no CNU 2025.


As nomeações incluem mais de 30 órgãos que participaram da seleção, cujo resultado final foi homologado no mês de março.


O CNU 2025 segue válido até março de 2027, podendo ser prorrogado uma única vez e por mais um ano.


Nesse período, além das vagas imediatas, o Governo Federal também poderá autorizar excedentes, assim como fez na primeira edição do Concurso Nacional Unificado.


A segunda edição do Concurso Nacional Unificado ofereceu 3.652 vagas para cargos de níveis médio, técnico e superior. Os salários iniciais serão de até R$18,7 mil.


A primeira etapa do concurso, a prova objetiva, foi realizada no dia 5 de outubro de 2025, em 228 cidades brasileiras.


Já a segunda etapa, a prova discursiva, foi aplicada no mês de dezembro do ano passado.


Confira também:

Mais de 24 mil vagas são criadas para concursos federais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no dia 31 de março, a Lei nº 15.367, de 30 de março de 2026 que autoriza a abertura de, aproximadamente, 24 mil vagas no Poder Executivo Federal.


Os novos cargos estão distribuídos entre diferentes áreas, como:

  • 200 cargos de especialista em regulação e vigilância sanitária e 25 de técnico para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);
  • 3.800 cargos de professor do magistério superior e 2.200 de analista em educação para universidades federais;
  • 9.587 cargos de professor da educação básica, técnica e tecnológica;
  • 4.286 cargos de técnico em educação;
  • 2.490 cargos de analista em educação para a Rede Federal de Ensino;
  • 750 cargos de analista técnico de desenvolvimento socioeconômico;
  • 750 cargos de analista técnico de Justiça e Defesa no Ministério da Gestão e da Inovação (MGI).

A maior parte das vagas é para área da Educação, reforçando a expansão das instituições federais e a recomposição de quadros.


Apesar da sanção da lei, a criação dos cargos não significa a publicação imediata de editais.


A abertura de concursos depende ainda de fatores como:

  • autorização do governo federal;
  • disponibilidade orçamentária; e
  • planejamento de cada órgão.

A medida, contudo, é considerada um passo essencial para viabilizar novos concursos e ampliar o número de nomeações nos próximos anos.

BannerGenérico-Ilimitado-Laranja-Copy1-1

Carregando...